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Plantio de banana em Roraima está ameaçado por praga – Eduardo Andrade/SupCom-ALE-RR
Para conter o avanço da praga conhecida como Moko da Bananeira, que ameaça as plantações de banana no Sul de Roraima, o presidente da Assembleia Legislativa (ALE-RR), deputado Soldado Sampaio (Republicanos), apresentou nesta terça-feira (13) a Indicação nº 166/2025, com um conjunto de propostas ao Poder Executivo.
A doença, considerada devastadora, tem potencial para comprometer rapidamente a produção de banana em toda a região. Segundo Sampaio, medidas urgentes precisam ser adotadas para evitar prejuízos econômicos e sociais à população.
“É uma praga que extingue um bananal em pouco tempo. Se não houver ação rápida, pode comprometer toda a produção da região. Precisamos de medidas sanitárias eficazes, além de apoio imediato aos produtores afetados”, alertou.
A proposta de Sampaio foi construída após reunião com produtores rurais e representantes do setor agrícola do Sul do estado, realizada no último dia 7 de maio. Também participaram do encontro a Comissão de Agricultura da ALE-RR, a Agência de Defesa Agropecuária de Roraima (Aderr), parlamentares e o prefeito de Caroebe, um dos municípios já afetados pela praga.
Apesar de os focos identificados ainda estarem restritos a algumas propriedades, o potencial de disseminação é alto. Por isso, Sampaio reforçou que o momento exige ação enérgica. “Se for necessário interditar propriedades e suspender a comercialização temporariamente, o Estado deve garantir o sustento dessas famílias com auxílio financeiro, crédito emergencial e ações de compensação”, acrescentou.
Entre as medidas propostas na indicação estão:
Entenda o que é o Moko da Bananeira
Segundo a Embrapa, o Moko da Bananeira é causado pela bactéria Ralstonia solanacearum (raça 2) e está entre as pragas mais agressivas para o cultivo da banana. Considerada uma praga quarentenária sob controle oficial, já foi identificada em estados como Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Pernambuco e Sergipe.
A transmissão pode ocorrer pelo solo, raízes, ferramentas contaminadas e até por insetos polinizadores. A bactéria pode sobreviver por longos períodos em tecidos infectados e causar sintomas como amarelamento, murcha das folhas, escurecimento das brotações, apodrecimento e queda prematura dos frutos.
O avanço da doença, se não contido, pode inviabilizar economicamente as plantações, afetando diretamente a renda de milhares de famílias e a segurança alimentar no estado.
Texto: Bruna Cássia
Fotos: Eduardo Andrade
SupCom ALE-RR
Jornalista com experiência em cobertura política e social em Roraima. Atua com dedicação em reportagens de impacto e busca sempre trazer informações precisas e relevantes para seus leitores. Com uma trajetória de comprometimento e ética, contribui para o fortalecimento do jornalismo local. Atualmente, faz parte da equipe do Hora 1 Roraima.



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